Você sabe o que é Nutrição Comportamental?

Você já se sentiu estressado ou ansioso e de repente, a vontade de comer um doce, por exemplo, veio à tona e só passou quando finalmente conseguiu comê-lo? Só que logo em seguida, outro sentimento também surge: a culpa. Essa sensação clássica somada à dificuldade para manter ou reduzir o peso são algumas das consequências da relação intranquila que as pessoas têm com a comida.

Por anos a nutrição sempre foi baseada em uma abordagem mais racional e matemática dos alimentos: calorias, nutrientes e cálculos importavam muito! Eram dietas, muitas vezes monótonas, cheias de regras, quantidades e proibições que só pareciam piorar a saúde física e mental do paciente. Mas já existe uma forma de melhorar essa relação com a comida sem causar tantos impactos negativos. É o caso da nutrição comportamental, que leva em consideração não apenas a comida, mas todo o comportamento relacionado a ela.

A nutrição comportamental tem como objetivo mudar essa relação de inimizade que as pessoas têm com a comida, fazendo com que sintam prazer (e não culpa) em comer. Esse método considera os aspectos emocionais, fisiológicos e sociais da alimentação. A mudança modo como o indivíduo se relaciona com os alimentos proposta pela nutrição comportamental envolve estratégias de aconselhamento nutricional, técnicas do comer intuitivo, terapia cognitivo-comportamental, entrevista motivacional e táticas para comer com atenção plena.

Muitas dietas com promessas quase milagrosas surgem cada vez mais, colocando um ou outro alimento na posição de saudável ou não saudável. O comportamento desenvolvido por essa maneira de comer transforma o alimento em vilão. As pessoas passam a enxergar a comida como um conjunto de calorias, perturbando a relação com o alimento.

Desse jeito, o prazer de comer desaparece e dá lugar a uma geração de pessoas que esquecem que o problema não é o alimento, mas a relação que se estabelece com ele. E é justamente esse o ponto que a nutrição comportamental destaca.

Através de técnicas que ajudam a pessoa a entender os sinais do corpo, a reconhecer a fome, a ansiedade e inúmeros outros aspectos emocionais, sociais e fisiológicos, a nutrição comportamental faz com que as pessoas entendam a real função do alimento no organismo. É dessa forma que o vínculo saudável com a comida se restabelece e o prazer em comer volta a fazer parte da rotina.

Para trabalhar melhor essa relação do paciente com a comida, é necessário a presença de um nutricionista capacitado para por em prática as estratégias desse método. Por isso, você, nutricionista, faça pós-graduação em Nutrição com Enfoque Comportamental e se torne um especialista no assunto! Saiba mais sobre o curso e inscreva-se no site www.unigrad.com.br!

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